E aí pessoas?! Hoje nossa conversa será incrível! Será um ‘A’ pra cada canto e algumas reflexões para colocarmos em prática. Vamos lá!
Esses quatro conceitos caminham juntos, evoluem juntos e amadurecem juntos, não em sequência, mas um dependendo do outro. Eles são importantes para termos uma vida com um mínimo de equilíbrio e satisfação. São os quatro ases de um baralho, ou as quatro pernas de uma cadeira… Qualquer um que faltar vai comprometer a estrutura. Com isso, já passamos a ter ideia do peso desses conceitos em nossas vidas. E a função deles dentro do que chamo ‘uma vida incrível’.
O autoconhecimento é o irmão mais velho, e leva a vida toda para amadurecer. Geralmente não somos acostumados a olhar direitinho para dentro de nós, preferindo sempre desviar o olhar ou manter a atenção na grama do vizinho. (É… Quem nunca?!), e quando vamos crescendo dessa forma, fechar os olhos e olhar pra dentro fica mais trabalhoso, mas sempre necessário para podermos evoluir.
Vamos fazer um exercício prático? Pense aí por um momento em quatro defeitos ou limitações que você possui…
Pensou?!
Agora pense em quatro qualidades ou potencialidades…
Qual foi mais difícil de listar? – Me conta lá nos comentários!
É preciso conhecer para autoconhecer… Estar ciente de suas possibilidades e limitações, de suas qualidades e defeitos e de como tudo isso pode mudar a partir da forma como olhamos, sentimos, e até encaramos o que nos faz sofrer dentro de nós.
O autoconhecimento é um processo e deve ser vivenciado a cada instante. Nós somos tudo aquilo que gostamos e consumimos – música, filme, séries, livros, comidas! – querendo, gostando ou não, tudo aquilo que voltamos nossa atenção reflete um pouco de alguma coisa dentro da gente. Já parou para pensar nisso?
Quando foi a última vez que você descobriu algo novo sobre você?!
É… Estou falando sobre isso… Se aventurar a descobrir aspectos internos e forças que nem fazíamos ideia que existiam dentro de nós, mas que estavam lá o tempo todo. Somos cheios disso! Dentro de nós há potenciais e virtudes, mas há também limitações, que podem crescer e nos tornar pequenos se não as observarmos e aprendermos com elas.
Algumas das coisas mais legais que temos dentro de nós pode parecer algo ruim, ou, acabamos apenas vendo o aspecto mais negativo, por isso é importante olharmos para dentro e tentar enxergar tudo em nós com mais clareza. Muitas vezes também, julgamos parte de nós como algo não tão bom porque as pessoas ao nosso redor não conseguem nos reconhecer e valorizar.
A autoestima vem na sequência e nos traz a necessidade de reconhecimento interno de nosso Valor. Quando nos conhecemos um pouco, conseguimos reconhecer em nós este sentimento… Nos elevamos e motivamos tudo ao nosso redor a crescer, expandir, desabrochar. Quando por alguma razão em nossa vida esse sentimento não é entendido, reconhecido, ou ainda desvalorizado, nossa autoestima se torna baixa e então não conseguimos ver nada de bom em nós mesmos, e isso nos afunda a cada dia.
Compreender nosso valor enquanto pessoa, aquela sensação de que somos únicos não é tão fácil, e nem vem assim, tão rapidamente. Não basta acordar pela manhã, se olhar no espelho e dizer: ‘bom dia flor do dia’, mas, começa assim!
Que situações costumam te deixar pra cima? Que fazem nascer aquele sorriso bobo em sua face?!
Há muitas coisas que interferem em como conseguimos nos valorizar ou não, principalmente, se fomos ensinados a isso, ou ainda reconhecidos, não pelo que temos, mas pelo que somos.
Precisamos Ser, e isso vem com o dia-a-dia, e um-dia-atrás-do-outro-com-uma-noite-no-meio… Autoestima é sobre isso, reconhecer em si mesmo o que te torna único. É um sentimento pessoal e intransferível.
Sabe aquela parada de ‘o primeiro amor é o autoamor’? É por aí que começamos. Quando não conseguimos amar a nós mesmos, em todos os nossos aspectos – sejam positivos, sejam negativos, não conseguiremos amar outra pessoa. Não de verdade, não plenamente. Sempre estaremos voltados a nos colocar para baixo, ou a valorizar em muita grandeza o outro. E ainda há aquelas pessoas que têm a autoestima elevada demais, ou no limite de algo que também precisa ser trabalhado.
Como disse antes, isso é um processo – leva tempo. Vamos vivendo e aprendendo, e é claro, errando, e muitas vezes, repetindo os mesmos erros. E tudo bem com relação a isso, porque é ‘errando que se aprende’. Porém, é preciso aprender com os erros e não apenas seguir repetindo…
A autoconfiança nasce assim, desse aprendizado, dessa autonomia e liberdade de ação. Nos tornamos mais confiantes e seguros na medida em que a experiência vai construindo em nós uma base sólida.
E assim entramos na Autoaceitação. Para nos amar como somos, precisamos nos aceitar. Enxergar por dentro o que há em nós sem evitar olhar para aquelas partes que não gostamos tanto ou que ainda não entendemos muito bem. É preciso que possamos nos acolher num abraço caloroso e dizer para você mesmo: ‘eu te acolho, eu te aceito’.
Só podemos acolher aquilo que conhecemos – que nos abrimos para conhecer, e nisso, a terapia pode te ajudar e muito. O processo terapêutico abre portas dentro de nós e caminhos que nos levam a uma maior maturidade na arte de nos relacionarmos, inclusive, com a gente mesmo.
Psicoterapia é algo que todos nós precisamos e estou aqui para isso!
E não esqueça: Você é Incrível!
Então, vamos começar?
Seu Norte em nosso Espaço!